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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Danadas daninhas 111

Anónimas ilimitadas (068)


 


Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)



Faz, amanhã, 4 anos que, num caminho de terra batida, que liga Mato a Gaifar (por Penela, para ser mais preciso), encontrei estes estranhos e cilíndricos seres, brotando, em abundância, da parede saibrosa (barrenta). Fotografei-os.


Como desconhecia (e ainda desconheço) a sua designação botânica, guardei-os, à espera de lhes descobrir o nome. Hoje, porém, ao proceder a arquivos, encontrei as fotografias que ora lhes mostro.






Alguém me saberá dizer como se chamam estas estranhas criaturas? Dou-lhe um rebuçado. Um, não: dois!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Danadas daninhas 110

Anónimas ilimitadas (067)


 

Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)







NB - Agradeço, com um rebuçado, a quem me saiba dizer o nome desta danada daninha.

domingo, 16 de agosto de 2015

Danadas daninhas 109

Anónimas ilimitadas (066)


 

Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)






domingo, 5 de julho de 2015

Danadas daninhas 108

Anónimas ilimitadas (065)



Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)


NB - Nunca tinha visto estas «daninhas» com esta cor.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Danadas daninhas 107

Anónimas ilimitadas (064)


Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)



Mas por que raio, esta daninha não há de figurar no meu jardim, se é tão danada como a roseira (agora sem flores) que junto dela está?!...
Ora façam o favor de ver esta maravilha, de frente e de costas (ou por cima e por baixo), no seu conjunto e em pormenores.






Pois é. E agora provem-me o contrário!


terça-feira, 31 de março de 2015

Danadas daninhas 107


Anónimas ilimitadas (064)


Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)







NB - Fotografias colhidas nas veigas da Areosa. Estas anónimas danadas daninhas (se o são) gostam de terrenos relativamente húmidos.

domingo, 22 de março de 2015

Danadas daninhas 106

Anónimas ilimitadas (063)

Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)






NB - Esta danada daninha fotografei-a, ontem, no Mato. Mas antes de a ter no jardim, "cacei-a", há nos, nas margens de um pequeno ribeiro (Cubos), que corre lá pela freguesia. Gosta, pelos vistos, de terrenos relativamente húmidos.
Já agora, como se chamará? Quem souber, agradeço a informação.



sábado, 21 de fevereiro de 2015

Danadas daninhas 105


Anónimas ilimitadas (062)


Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)








NB1 - Livrem-se de lhe tocar com as mãos desprotegidas por luvas. Fica cá uma ardência, meus caros!... Safa!
NB2 - Fotografias colhidas em berma de passagem, junto dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Danadas daninhas 104

Anónimas ilimitadas (061)


Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)





NB - Fotografias colhidas nas margens das veigas da Areosa (Viana do Castelo).

sábado, 24 de janeiro de 2015

Danadas daninhas 103

Anónimas ilimitadas (060)



Ó flores cujo nome desconheço,
prolongai esse fulgor humilde em cada dia
de que ainda disponho para ver as flores,

antes de as flores virem ter comigo.

A. M. Pires Cabral, Gaveta do Fundo (2013: 26)







NB - Fotografias colhidas na Argaçosa e nas margens das veigas da Areosa (Viana do Castelo).